Alzheimer


O que é a doença?

Causada pela perda de células cerebrais, a Doença de Alzheimer (DA) é caracterizada por uma demência que compromete as funções cognitivas, como memória, orientação de espaço, atenção e linguagem. Quanto mais cedo o diagnóstico, maior chance de iniciar o tratamento que pode retardar a progressão da enfermidade.

Com o passar do tempo, o paciente sofre perdas neuronais gradativas em diversas áreas do cérebro. Entretanto, as mais afetadas, normalmente, são as de células nervosas, responsáveis pela memória e outras funções que envolvem planejamento e execução de tarefas mais complexas. De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer, o Brasil tem 1,2 milhão de pessoas com a doença, entretanto, boa parte dessa população, composta em sua maioria por idosos, não sabe que tem a enfermidade.

 

Diagnóstico

O diagnóstico da Doença de Alzheimer é feito por meio de uma anamnese, exame físico e avaliação cognitiva do paciente. A descoberta também deve obedecer critérios clínicos que estabelecem os estágios da enfermidade em provável, possível e definitiva.

Deve-se levar em consideração para o diagnóstico ainda a manifestação de alguns déficits cognitivos, que envolvem o comprometimento da memória e da capacidade de aprender novas tarefas ou de lembrar algum conhecimento adquirido.

As chamadas perturbações cognitivas também devem ser levadas em consideração para fechar o diagnóstico. São elas: a afasia – perturbação de linguagem; apraxia – dificuldade para executar atividades motoras, apesar de um funcionamento motor adequado agnosia – falta de capacidade para reconhecer ou identificar objetos, apesar de um funcionamento sensorial em ordem, e deficiência em áreas que incluem planejamento, organização, sequenciamento e abstração.

 

Tratamento

O tratamento medicamentoso da Doença de Alzheimer deve ser avaliado e orientado pelo médico nas fases leve, moderada e grave, independente do estágio progressivo da doença. De acordo com a Associação Médica Brasileira (AMB), estudos mostram benefícios e sinalizam uma melhora significativa na pontuação das escalas de avaliação do paciente submetido a uma terapia para controlar a doença.

As intervenções não farmacológicas, parte do tratamento integrado da doença, têm como objetivos o impacto na qualidade de vida do paciente e família. Essas intervenções dependem das necessidades individuais da pessoa portadora da Doença de Alzheimer.

É importante citar que os responsáveis e/ou cuidadores devem estar alinhados quanto à situação clínica de cada paciente e que estejam cientes que os tratamentos podem não atingir os resultados esperados.

 

Fontes: Associação Brasileira de Alzheimer

AMB – http://diretrizes.amb.org.br/ans/doenca_de_alzheimer-diagnostico.pdf

AMB –  http://diretrizes.amb.org.br/ans/doenca_de_alzheimer-prevencao_e_tratamento.pdf

ABRAz. Sobre Alzheimer [Internet]. Brasil: Associação Brasileira de Alzheimer; 2018. [citado 02 mai 2018]. Disponível em:   http://www.abraz.org.br/index.php?page=alzheimer

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